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Técnico do Bahia exige VAR no Brasileirão Feminino e manda recado: "É caro? Não é nosso problema"

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Técnico do Bahia exige VAR no Brasileirão Feminino e manda recado: "É caro? Não é nosso problema"

Técnico do Bahia exige VAR no Brasileirão Feminino e manda recado: "É caro? Não é nosso problema"

Autor(a): Douglas Santana/BNews

Foto: Letícia Martins/Bahia

Invicto no Brasileirão Feminino A-1, o Bahia vem desempenhando boas atuações na elite do futebol feminino. Porém, algo tem incomodado o técnico das Mulheres de Aço: a arbitragem. Após o polêmico jogo contra o América-MG, que terminou empatado em 1 a 1, o treinador Felipe Freitas desabafou.

Durante a partida da última segunda-feira (31), na Arena Independência, em Belo Horizonte, a goleira do Bahia foi expulsa após um choque com a jogadora do Coelho. Na ocasião, Yanne deixou mais cedo o campo de jogo, com menos de sete minutos do primeiro tempo.

"Eu detesto falar sobre a arbitragem. Hoje eu vejo um erro muito claro da arbitragem. Um erro que não pode acontecer. Se ela dá que nessa bola [que originou a expulsão] foi mão [fora da área] da Yanne, mas eu vou olhar o vídeo para ter certeza, mas o que eu reparei foi que a Yanne sai, ganha a bola primeiro, a bola rebate e bate na mão dela, com a mão fechada. Então, ela não estava aumentando a sua área, não faz um movimento que não era natural, então não tinha porque dar essa mão. Mas, mesmo assim, ela dá a mão. Tiro livre direto, o cartão só pode acontecer se impede uma chance clara e evidente de gol, isso não existia no momento, então não merecia cartão vermelho", disse o treinador do Bahia, em coletiva.

O treinador do Bahia ainda exigiu que a Confederação Brasileira de Futebol (CBF), implemente o sistema de Árbitro de Vídeo (VAR) no Brasileirão Feminino A-1, assim como já existe no Campeonato Brasileiro masculino, nas Séries A e B.

"O que eu acho mais impactante é que essa informação vem de fora: foi falado para mim 'olha, eu instruí para ela qual é a regra'. Tá errado, precisa rever no futebol, principalmente no futebol feminino, o sistema de arbitragem. Tem VAR no masculino, tem que ter no feminino. Não falamos de equidade? Vamos falar de equidade! Tem que ter. É caro? Não é nosso problema. Faça o negócio acontecer, pegue mais patrocínio. Mas é necessário fazer com que o futebol seja melhor. Já é o segundo jogo que nós somos prejudicados. E ontem, no masculino também houve algumas ações disso, nós precisamos rever. Tá prejudicando um trabalho”, desabafa.

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