Raimundo Queiroz lembra passagem no Vitória e nega desavenças com Uelliton

Autor(a): Redação Galáticos Online (Twitter - @galaticosonline) em 08 de Julho de 2020 22:10
Foto: Arquivo Correio*

Diretor de futebol do Vitória no ano de 2009 e entre 2012 e 2014, Raimundo Queiroz foi entrevistado nesta quarta-feira (8) pela Equipe dos Galáticos. O dirigente lembrou dos momentos que viveu no Rubro-Negro.

"São muitas lembranças. Fiz muitas amizades, não só de diretoria, mas com sócios, torcedores, conselho, imprensa. Sempre sou lembrado e isso é muito bom. Foram muitas realizações. Fizemos grandes contratações, como Escudero, Cáceres, Willian Batoré. Não tenho nem como enumerar tantas lembranças maravilhosas. Goleadas, 7 a 3 e 5 a 1 no Bahia, 5 a 0 no Athletico-PR. Foram tantas coisas boas que vivi no Vitória que não tenho como lembrar de tudo", disse.

Mas, o goiano não falou só das boas lembranças. Ele também esclareceu a suposta briga com o volante Uelliton, que chegou a considerá-lo culpado por sua saída do Vitória, e negou problemas com o jogador.

"Ele saiu do Vitória porque quis. Ele nunca foi chamado a sair. Eu apenas dei uma bronca nele, chamei atenção por atitudes dele que não gostei. Também chamei ele no microfone, o que não deveria ter feito, admito. Mas, são coisas do futebol. Gosto muito do Uelliton, não tenho nada contra ele. Ele é um grande jogador e nos ajudou muito. Foi discussão de comandante e comandado. Apenas fui duro com ele", afirmou. 

O ex-dirigente também comentou sobre a crise financeira do clube e opinou sobre o que precisa ser feito para a recuperação do Leão. "Umas das maiores vendas do Vitória foi o Gabriel Paulista, que eu negociei com o Villarreal. Então, tem que ser feito isso. O Paulo Carneiro tem muito contato, sabe muito disso. Então, é buscar negócios para sair da crise. Não é só o Vitória que está em crise, são vários clubes, principalmente após essa pandemia".

Por fim, Queiroz, que tem dedicado seu t empo a projetos pessoais, revelou que está aberto a propostas para voltar ao futebol. "Hoje eu dou assessorias para clubes menores aqui de Goiás. E na área empresarial, comprei, com um amigo, uma empresa de mármore, granito, pedras. Mas, nunca fugi do futebol e tenho alguns projetos. Se aparecer alguma coisa interessante, eu volto. Só não vou ficar dando murro em ponta de faca, achando que vou resolver problemas que não tenho como".
 


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