Ex-goleiro do Vitória, Borges diz: "Depois da chegada de Paulo, a gente começou a ganhar todo Ba-Vi"

Autor(a): Redação Galáticos Online em 15 de Julho de 2020 22:03
Foto: Reprodução/Baú do Leão

O ex-goleiro Borges, fez parte de duas era do Vitória, pré e pós Paulo Carneiro. Com 14 anos de clube, o ex-arqueiro atuou entre 1982 e 1996. E entrevista ao repórter Anderson Matos, da Itapoan FM, ele revelou estar passando dificuldades por conta da diabetes e reconhece a amizade de Paulo Carneiro e antigos companheiros de equipe.

Borges chegou à base do Vitória como centroavante, mas o acaso levou o jovem que sonhava em ser artilheiro a ser uma muralha no gol. De baixo da trave, ele achou seu lugar e lá fez mais de 300 pelo Leão.

"Comecei na base do Vitória, em 1982, comecei como centroavante e só virei goleiro por acaso, porque faltou um goleiro e fui para o gol no treino. Fiquei no Vitória de 1982 a 1996 e fiz mais de 300 jogos pelo time", disse.

Ele se orgulha em afirmar que tinha a confiança de Paulo Carneiro , enquanto foi atleta do clube. Diz, também, que tem boas lembranças da época em que disputou a vaga no time com Ronaldo Passos.

"Eu era o braço direito de Paulo Carneiro, passei catorze anos no Vitória, joguei com grandes goleiros, como Ronaldo Passos. Tenho boas lembranças, fiz um bom trabalho", falou.

Atualmente, Borges sofre com diabetes e tem dificuldades para conseguir trabalhar. Porém, ele revela que o presidente do Vitória, Paulo Carneiro, deseja ajudá-lo.

"Paulo mandou me chamar a 3 meses para conversar, na época tive um problema de saúde, não pude ficar. Estou esperando esse momento passar para voltar para a base", afirmou.

Como treinador de goleiros, ele se diz especialista na área e afirma que ser um ótimo profissional.

"Eu não sou treinador de goleiros, sou especialista. Sei dizer onde o goleiro está falhando e ajeito. Todo goleiro que passou por mim, foi bem na carreira", destacou.

Por fim, ele diz que a chegada de Paulo Carneiro mudou o rumo do Vitória, e após a chegada do mandatário o Leão passou a mandar nos clássicos da boa terra.

"Depois da chegada de Paulo, a gente começou a ganhar todos os Ba-Vis. Antes disso, a gente não tinha base, o clube era precário. A partir da chegada dele, a gente teve mais vitória do que derrotas", completou.


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