Antônio Tillemont apresenta propostas e posições do grupo Integridade Tricolor para eleição do Bahia

por Rafael Machaddo (@RafaelMachaddo6) em 19 de Setembro de 2017 00:00

Dando sequência à série de entrevistas com os líderes de grupos que pretendem concorrer nas eleições do Esporte Clube Bahia (Saiba Mais), o Galáticos Online entrevistou o líder do grupo Integridade Tricolor, o radialista Antônio Tillemont. Confira abaixo:

1 – O seu grupo já definiu quem será o candidato à presidência do clube? Se sim, por que essa escolha? Se não, existe um prazo? Quais os nomes cotados?

RESP: Ainda não. Deveremos ter prazo até 03 de novembro, de acordo com organograma a ser aprovado em reunião do CD.

2 – Quais grupos ou “personalidades” apoiam essa candidatura? Como eles serão importantes numa possível gestão?

RESP: O que temos definido é uma coligação com o grupo Avante Esquadrão para as eleições do Conselho Deliberativo.

3 – Quais são as principais propostas do seu grupo para um possível mandato para os próximos três anos?

RESP: O plano de gestão será divulgado na época do registro das chapas.

4 – Qual o posicionamento do seu grupo sobre Fazendão e Cidade Tricolor?

RESP: Eu não vejo como se sustentar os dois, mas não temos nada definido ainda. Primeiro precisamos aguardar o registro da escritura passando os bens, de volta, ao Esporte Clube Bahia. 

5 – Como o seu grupo vê a parceria do Bahia com a Arena Fonte Nova?

RESP: Acho que pode ser melhorada. A nossa torcida se queixa de não ser bem tratada pela Arena. Precisamos que a Arena entenda que o Bahia é um clube popular, que os ingressos ainda são caros para uma frequência mais constante. E elaborar novos planos de sócios, principalmente, o popular com custo de 10 reais e direito a voto.    

6 – Como vocês avaliam a atual gestão do clube? Por favor, cite pelo menos um ponto que você julga positivo e um negativo da atual gestão do Bahia.

RESP: Positivos: Pagamento de dívidas passadas, afinal, quem deve é a instituição e não apenas possa se atribuir a presidentes e gestões do passado. Alguns cometeram equívocos que quase levaram o clube à falência. Esses tem que ser responsabilizados criminalmente. 

Recuperação do patrimônio, ainda que estejamos aguardando a escritura com os imóveis em nome do Clube.

Negativos: O fracasso da Vez do Futebol com quase 70 contratações em três anos.

O fato de terem torrado os 40 milhões de reais com contratações pífias. O caixa do clube só conseguirá pagar as contas até o mês de outubro, conforme o que está provisionado.

7 – E sobre os atuais grupos de oposição, como os avaliam? Da mesma forma, por favor, se possível, cite um aspecto positivo e um negativo dos grupos que atualmente fazem oposição aos gestores.

RESP: De um modo geral, os principais grupos funcionam a contento, exceto RT (Revolução Tricolor), a responsável pelo fiasco do plano de gestão em pratica. Tudo porque incorre no erro de querer impor as suas ideias sem diálogo. Enquanto, os demais grupos – os principais, Integridade Tricolor, A Voz do Campeão e Simplesmente Bahia conseguem dialogar e até decidir em consenso, a RT rachou o clube, se distanciando de pessoas experientes da história do clube, que poderiam ser ouvidos e ajudar com suas experiências.

8 - Qual o posicionamento do seu grupo sobre o voto à distância?

RESP: Foi feito um acordo de lideranças para que o voto online (ou à distância) só seja regulamentado para as eleições de 2020. Somos favoráveis desde que se cumpra o regulamento aprovado entre essas mesmas lideranças, onde se impõe o cumprimento de dispositivos de segurança.  As lideranças acordaram desta forma, em função do custo das eleições com dispositivos de segurança em torno de 300 mil reais, o que irá onerar o clube num momento em que não tem dinheiro.

Foto: Reprodução


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